segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Não é o Planeta que tem que se adaptar. É Você.
Excelente campanha intitulada Tic Tac Tic Tac



Junta-se à luta contra as Mudanças Climáticas. www.tictactictac.org.br - Sua Assinatura Vale um Futuro.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Promoção: Água suja somente por US$ 1,00

     Campanha do ano passado da UNICEF, mas muito criativa. A UNICEF espalhou diversas maquinas pela cidade de Nova Iorque fornecendo água suja nos sabores: Malaria, Dengue, Hepatite, Cólera, entre outros. Esse é o conceito da campanha "Dirty Water" que visa alertar para os problemas do consumo de água suja no mundo.

Mensagem da UNICEF:
     “Está com sede? Então, são milhões de pessoas ao redor do mundo sem acesso à água potável. Cerca de 4.200 crianças morrem de doenças relacionadas com a água todos os dias. Ajude-nos a fornecer água potável aos países em desenvolvimento. Você não bebe água suja. Ninguém deveria. Doe agora mesmo através da TAP – tapproject.org (muito bom site, por sinal). Basta apenas 1 dólar para oferecermos 40 dias de água potável para uma criança”.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ecomagination

A GE possui um site bem inteligente que funciona numa espécie de Blog onde são postados notícias da empresa e geração de novas idéias. Uma boa idéia para desenvolver seu Marketing! Abaixo o link:

http://www.ecomagination.com/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Marketing Verde e as Eleições

A causa ambiental esteve em alta nas últimas eleições, não apenas pela quantidade expressiva de votos da candidata à presidência, Marina Silva – Partido Verde, mas também pelo esforço dos candidatos (a qualquer cargo!) em demonstrarem o quanto estavam preocupados com o Meio Ambiente.

O Marketing Pessoal, muito usado em campanhas políticas, esteve aliado ao Marketing Verde nessas eleições. Porém, o que pudemos notar é que, na maioria dos casos, o esforço em se mostrar não passou de Greenwashing, uma conhecida tática empresarial para atrair a atenção de pessoas preocupadas com o meio ambiente, prometendo benefícios “verdes” (mais informações neste post!).

Aparentemente, os candidatos estão cada dia mais reflexivos em relação às causas ambientais, no entanto, suas atitudes são totalmente contraditórias. Como podemos ver nesta reportagem, na hora de se expor à grande massa, eles não economizaram nos meios ambientalmente irresponsáveis, provando que todo o Marketing Verde da campanha não passou de Greenwashing.


E aí, será que em 2012 e em 2014 teremos candidatos dispostos a realizarem campanhas totalmente verdes?

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Comercial WWF - Consciência Verde

Parece que a nova geração se preocupam mais com o meio ambiente do que os adultos. E este comercial premiado da WWF é um ótimo exemplo disso.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Embalagens como estratégia de marketing

     Dizem que o importante é o conteúdo. Ledo engano quando se trata de marketing. Cada vez mais indústrias de variados segmentos investem em embalagens diferenciadas para os seus produtos visando o incremento das vendas. Pode ser caixa, sacola de plástico ou de papelão, o fato é que elas já não são meras coadjuvantes e ajudam a vender o produto, agregando valor ao mesmo. O consultor de marketing da Azov Consultoria (Rio de Janeiro/RJ), Luiz Antônio da Cruz Secco, comenta que as embalagens são fundamentais para o sucesso de qualquer marca. "A embalagem dá credilidade ao produto. Se o consumidor compra para si é porque deseja aquela marca e fica feliz, orgulhoso, de poder carregar uma embalagem com o nome dela. O mesmo vale se for para presente'', afirma. Segundo ele, a embalagem é um "outdoor ambulante'', no sentido de que outras pessoas poderão estar vendo o nome da marca em diversos locais diferentes.
     Quando ao material a ser utilizado, Secco aconselha seguir a "onda verde'', com farta utilização de produtos duráveis e que poderão ser reutilizados. "É mais caro, mas vale o investimento, pois a mesma embalagem poderá ser utilizada mais vezes, além de ganhar simpatia pela causa verde, que é uma tendência muito forte'', explica. As informações devem ser básicas, como o logo da marca e, no máximo o endereço da empresa na web, quando este não for óbvio. "Quando se fala em site, não posso deixar de enfatizar que é careta, antigo, colocar o 'www' na frente do endereço. Isso é desnecessário e as grandes marcas já não fazem mais'', informa o especialista. A embalagem deve ser o mais clean possível, mas de forte impacto visual. Para ele, parte da indústria calçadista ainda não tem dado a devida atenção para a embalagem, pois acaba delegando essa responsabilidade mais para o varejo. "Muitas lojas acabam colocando fora a embalagem quando ela não possui nenhum atrativo especial'', lamenta o consultor.

Detalhes fazem a diferença
     No Rio Grande do Sul duas certificações se destacam como peças de marketing e já estampam e podem estampar embalagens para calçados, visando agregação de valor através de qualidade e ética ambiental. Trata-se do certificado de Indicação de Procedência (IP) para o Couro do Vale do Sinos, recentemente outorgado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Este selo, que pode ser utilizado pelo calçadista que utiliza o couro acabado feito na região gaúcha do Vale do Sinos, é uma importante peça de marketing, já que as peles beneficiadas na região são conhecidas por sua qualidade e também ética com o meio ambiente.
     Segundo o coordenador do projeto e consultor Álvaro Flores, no que tange especificamente à IP, é facultado os fabricantes de calçados e acessórios colocarem o selo de controle em seus produtos ou na embalagem dos mesmos. "Também é possível, além do selo de controle, que o fabricante coloque na caixa dos produtos com indicação a referência ao programa (indicando que a empresa participa da IP)'', explica Flores, lembrando que, em ambos os casos, a utilização do selo torna visível ao consumidor um atributo de agregação de valor importante, funcionando sim como uma ferramenta de marketing. O segundo exemplo é o "selo verde'' Produção Consciente = Amanhã Mais Feliz, do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas/RS.
     Conforme a certificação que obedece a diretrizes ambientais e sociais, a empresa selecionada por utilizar um selo alusivo ao programa. No caso de Três Coroas, como não há numeração específica do selo, as empresas têm utilizado o selo na caixa, muitas delas com uma explicação do que vem a ser o Produção Consciente = Amanhã Mais Feliz. Aí, sem dúvida, a informação contida na embalagem traz uma grande diferencial ao produto'', comenta Flores, que também coordena o projeto calçadista de Três Coroas.

Sustentabilidade é a tendência
     Apostando no caminho da sustentabilidade nasceu, há 15 anos, a INBOX Brazil (Curitiba/PR). A empresa que nasceu de uma ideia de sua fundadora e diretora comercial, a arquiteta Regina Eisenbach, fabrica embalagens transparente com PET. Quando iniciou suas atividades, porém, a indústria paranaense precisou abortar a produção de embalagens, já que na época em que foi concebida a ideia o material utilizado era o PVC, produto que sofria com um forte monopólio de mercado e só era vendido em grandes quantidades. Regina salienta que a marca vem trabalhando com PET há cinco anos e já colhe ótimos resultados. "Atuamos em diversos segmentos, mas a embalagem para calçado é o nosso carro-chefe'', afirma. Segundo ela, a ideia que permeou a criação, desde o seu início, foi a sustentabilidade. "Claro que acaba sendo mais funcional também, pois o consumidor pode ver o conteúdo da caixa, além de poder utilizar para outros fins'', explica a diretora.
     Para calçados, a empresa oferece caixas de tamanhos e espessuras diferenciadas, de acordo com o tipo do produto que vai embalar. "Outro diferencial de nossas embalagens é que elas possuem resistência ao empilhamento. Foram projetadas com cantoneiras para que suporte bastante peso'', comenta Regina, lembrando que a patente já foi requerida no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Sob o ponto de vista de marketing, as caixas também são eficientes, pois levam o nome da marca para diversas peças da casa, por exemplo. Ela comenta, ainda, que o custo-benefício é muito bom. "Na indústria calçadista temos muito forte a questão custo. O produto é mais caro, mas levando em consideração que pode ser utilizado várias vezes e para diversos fins acaba saindo barato'', conclui a diretora.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Portal sobre Sustentabilidade

Hoje a tarde descobri uma iniciativa louvavel enquanto navegava pela internet: O Itaú Unibanco acabou de lançar um portal exclusivo sobre sustentabilidade.

Certo, mas o que tem de tão louvavel em algo que todos fazem? É simples, o site reúne uma lista gigante de cursos de todo o mundo relacionados ao assunto - que são possíveis fazer online de qualquer lugar do Brasil - e uma biblioteca virtual completa que abrange todos os temas que se ligam à sustentabilidade e, ainda, inclui matérias jornalísticas em seu acervo e resumo de livros.





Claro, existe muito mais coisa, mas se você gosta do assunto, o portal é seu lugar certo! Acesse aqui.

Noticia obtida pelo ScienceBlog.

Compensação Ambiental e o Marketing Verde

     Greenwashing: Empresas e governo descumprem promessas de reflorestamento por compensação ambiental. Compensação ambiental vira tema publicitário recorrente, mas projetos não saem do papel. Prefeitura do Rio divulgou o plantio de 100 mil mudas entre o Parque da Pedra Branca e a floresta da Tijuca, mas não plantou uma semente sequer.
Terra nua. O Parque da Pedra Branca, no Rio, deveria ter sido reflorestado em compensação pelos Jogos Pan-Americanos. Foto de Marcos de Paula/AE
Terra nua. O Parque da Pedra Branca, no Rio, deveria ter sido reflorestado em compensação pelos Jogos Pan-Americanos. Foto de Marcos de Paula/AE
     O chamado marketing verde prolifera no País. Sob a bandeira da compensação ambiental, empresas e governos anunciam o plantio de milhões de árvores. Cumprir o prometido é outra história. O caso da prefeitura do Rio, que se comprometeu a reflorestar 40 hectares nos Jogos Pan-Americanos e não plantou uma semente sequer, é um exemplo de como essas iniciativas podem nascer e morrer no papel. Reportagem de Gabriela Moreira e Felipe Werneck, em O Estado de S.Paulo.
   Anunciado pela prefeitura do Rio, o plantio de 100 mil mudas de Mata Atlântica tinha o objetivo de compensar as emissões de CO2 geradas pela realização do Pan. Segundo inventário da Coppe/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plantação ocorreria entre o Parque da Pedra Branca e a Floresta Nacional da Tijuca. Nada consta no site do governo do Rio para a promoção da Olimpíada de 2016 como iniciativa de sucesso. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente diz que o plantio não ocorreu porque a Petrobrás, que seria parceira no projeto, “declinou”. Ao ver que a plantação não vingaria, a Coppe, responsável por centralizar os recursos, devolveu à Petrobrás R$ 491 mil. A Petrobrás afirma que “aguarda a definição da prefeitura e do governo de um novo cronograma para realizar a ação”.
     Em 2009, quando a cidade do Rio foi escolhida sede da Olimpíada, a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, anunciou: “Até 2016 vamos neutralizar a emissão de gases com a plantação de 24 milhões de mudas.” Nove meses depois, o projeto não andou. O governo diz que precisa mapear áreas aptas para reflorestamento e fazer levantamento dos viveiros. “Todos fazem esse blá-blá-blá verde, mas não existem mudas nem sementes no mercado para isso tudo”, afirma Telmo Borges, engenheiro florestal da superintendência de Biodiversidade da secretaria.
     Há ainda casos em que a propaganda ambiental é interpretada como enganosa, como ocorreu com a Rede Ipiranga, que teve recomendação para alterar um filme publicitário após queixa de consumidores. A Ipiranga prometia “neutralizar todo o gás carbônico que o combustível de seu carro lança na atmosfera”. Ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, consumidores alegaram que a propaganda era “enganosa e deseducativa, ao alimentar a ideia de que é possível queimar petróleo sem emitir CO2″.
     Em nota, a Ipiranga informou que plantou 130 mil mudas de caroba, ipê-amarelo, pitangueira e seringueira. O número reduzido de espécies foi alvo de críticas. “Não há projeto sério de compensação com monocultura. Para atingir a compensação deve-se ter no mínimo 80 espécies diferentes”, afirma o engenheiro Francisco Maciel. Segunda maior mineradora do mundo, a Vale anunciou em 2007 o plantio de 346 milhões de árvores até 2010. Na ocasião, informou que se tratava do “maior projeto de revegetação e preservação ambiental da América Latina”. Após alguns meses, o prazo foi revisto para 2015. Até agora, 25 milhões de mudas foram plantadas (7% do total). Segundo a Vale, a meta para 2015 está mantida.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Propaganda "Verde Desbotado"

     A propaganda “verde” cresceu cerca de 10 vezes nos últimos 20 anos, e triplicou desde 2006, de acordo com consultoria de marketing ambiental TerraChoice. Sinal de que o discurso sustentável está em alta – o que não significa, necessariamente, que a ação ecológica também está.
     Algumas empresas tentam tirar vantagem dessa onda verde, dizendo ao consumidor que seu produto é sustentável, quando não é. Essa malandragem ganhou o nome de greenwash (“lavagem verde”, em inglês). Em 2009, a TerraChoice analisou 2.219 produtos ecológicos nos Estados Unidos, e 98% deles apresentavam ao menos um problema de informação sobre suas características e qualidades. Por isso, é bom abrir o olho e checar se, de fato, os produtos são sustentáveis. Verdade Inconveniente separou algumas propagandas que ficaram conhecidas mundialmente pela distorção das características ecológicas. Confira:

 Reprodução

   O outdoor com fundo verde da montadora Chevrolet dá a entender que seus veículos consumem pouca gasolina e logo não consumirão nada. A propaganda faz referência ao primeiro carro elétrico da fabricante, que será lançado em 2011. O problema é que o Volt, como é conhecido o veículo, também poderá consumir gasolina para aumentar a potência do motor.

Divulgação
     A Nestlé lançou nos Estados Unidos modelos de garrafas d’água que consomem menos plástico, por conta de seu design curvilíneo. A propaganda vende o produto como amigo do meio ambiente, “Eco”. Reduzir o plástico não é suficiente para tornar a garrafinha ecológica. A empresa precisaria ter postos de reciclagem e mitigar as emissões causadas pela fabricação do produto, de acordo com especialistas. Sem tirar o fato de que, ecológico mesmo, é água filtrada da torneira, que não gasta plástico e, muitas vezes, é mais saudável do que o líquido engarrafado.

verdade-huggies
     A fabricante de itens para bebês Huggies vende nos Estados Unidos uma fralda supostamente ecológica, com “ingredientes naturais”. O único ingrediente é um pouco de algodão orgânico em seu exterior (quantidade não especificada), e 20% do seu pacote é feito de materiais recicláveis. E só. Com toda essa colaboração à natureza, criaram uma embalagem verde, repleta de folhas e com criança sentada na grama.

Reprodução

     O Conselho de Pele Animal do Canadá faz diversas campanhas para afirmar que a compra de casacos de pele pode ajudar a salvar habitats naturais. Em um cartaz com as palavras “ativista do meio ambiente”, coloca uma mulher vestida com peles de animais. A improvável afirmação é sustentada assim: “Comprando peles, você ajuda a manter as pessoas que vivem na região dos animais caçados. Eles  são quem mais se preocupa com o meio ambiente e, se algo acontecer na área, soarão o alarme que permitirá salvar a região de um desastre ecológico”.  Ou seja, dizimar a fauna local para abastecer a indústria têxtil é o que poderá salvar a região. 

Reprodução

     A Dell lançou em 2008 o desktop Studio Hybrid, como seu produto mais ecológico. O slogan da propaganda, em inglês, significa “desenhado para caber no seu ambiente enquanto o protege”. Segundo a fabricante, o computador de mesa é 80% menor e consome 70% menos energia do que seus concorrentes diretos. Mas sua fabricação polui o mesmo que um computador comum (confira aqui a poluição causada por um notebook “verde” da Sony).
     Desde 2006, o Greenpeace faz um ranking das empresas de eletrônicos mais verdes. Na última divulgação, feita em janeiro deste ano, a Dell estava em 14º lugar das 18º companhias analisadas.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Brasileiros são os que mais crêem em propagandas de produtos verdes

codigo_florestal  Aproximadamente 91% acham que elas são importantes para informar o consumidor e explicar seus benefícios
  O crescimento do mercado “verde” vem sendo alvo de pesquisas mundo afora. A mais recente - 2010 ImagePower® Green Brands Survey - usou uma amostragem de 9 mil consumidores em 8 países -Alemanha, Austrália, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia e Reino Unido. A maioria deles (60%) diz que quer comprar produtos de empresas ambientalmente responsáveis.
Mais de 70% dos consumidores do Brasil, da Índia e da China afirmaram ter a pretensão de gastar mais com produtos “verdes” nos próximos anos. Os brasileiros se dizem mais preocupados com o estado do meio ambiente (72%) do que com a economia (25%), fato que se repetiu somente na Índia (59% meio ambiente versus 37% economia). Todos os outros países estão mais preocupados com o desenvolvimento de suas economias.
  Os brasileiros, contudo, são os que mais acreditam em propaganda de produtos “verdes” e 91% acham que elas são importantes para informar o consumidor e explicar seus benefícios. Já os franceses são mais céticos e não acreditam em propaganda “eco” ou “bio”, como eles mesmo dizem.
  Outra parte da pesquisa mostrou quais empresas os consumidores enxergam como as mais “verdes” no seus países. No Brasil, o primeiro lugar ficou para a marca de cosméticos Natura, que tem forte preocupação e atuação sócio-ambiental e comunica frequentemente estes valores para os consumidores

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Panasonic muda estratégia e promete ser verde

     O presidente da Panasonic anunciou, no começo de maio, um plano de três anos, chamado “Green Transformation 2012” (GT12), que lançará as bases para a Panasonic se tornar a líder mundial de inovação verde ou “Green Innovation Company” em 2018, o centésimo aniversário da empresa.
     Na apresentação do plano, Fumio Ohtsubo, presidente da Panasonic reconheceu que no plano trienal anterior da empresa, o GP3, apenas uma de suas três metas foi alcançada, que era a de reduzir as emissões de CO2 em mais de 300 mil toneladas em 2010, em comparação com a de 2007.
     As metas relacionadas às vendas globais e seu retorno ficaram muito abaixo do estabelecido no plano, o que levou a empresa a reavaliar sua estratégia. Assim, o novo objetivo da Panasonic será tornar-se uma empresa global focada em sistemas de energia ao invés de ser uma empresa japonesa que atua no mercado de eletrônicos. Para tanto, a empresa vai focar em seis segmentos: sistemas de energia, climatização, rede tecnologias audio-visual, saúde, segurança e iluminação LED.
     As tecnologias que a Panasonic adquiriu no final do ano passado da Sanyo, líder mundial em baterias recarregáveis de íons de lítio para veículos híbridos e elétricos, certamente impulsionarão os seus sistemas de energia, mas a empresa também planeja atuar em células solares, células de combustível e os sistemas de gestão que podem se conectar para gerar e armazenar energia.
     A nova estratégia da Panasonic consiste em reduzir os impactos da própria empresa e ao mesmo tempo possibilitar que suas tecnologias ajudem indivíduos e empresas a utilizarem menos recursos. Para isso, ela firmou uma meta de redução gradual das emissões de CO2 de suas fábricas e pretende chegar a resíduo zero em 2019. Além disso, busca aumentar a eficiência energética dos seus modelos de monitores de LCD e de televisão LED.
     O anúncio da nova estratégia da Panasonic aconteceu menos de um mês depois de outra empresa japonesa centenária de eletrônicos, a Hitachi, lançar um plano de transição para tecnologias “verdes” para permanecer à tona.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=aEKzo4xHU5I&feature=player_embedded

Precificar a biodiversidade

     Criar um valor financeiro para a biodiversidade é o melhor caminho para que empresas, comunidades, governos locais e nacionais e organismos internacionais assumam a tarefa de proteger o meio ambiente, usem os recursos naturais de maneira sustentável e lucrem com isso, disse o economista indiano Pavan Sukhdev, coordenadordo estudo “A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade” (TEEB, na sigla em inglês) .
     “Apesar da boa vontade e da legislação, continuamos a destruir a biodiversidade, porque não olhamos para os benefícios da conservação em termos econômicos “, afirmou Sukhdev durante visita à Confederação Nacional das Indústrias. Como a natureza não cobra pelos “serviços prestados” (água potável, nutrientes do solo, sol, vento) empresas e pessoas dão como garantida a continuidade eterna desses recursos.
     Mas o ponto fundamental não é pagar pelo uso dos recursos, mas sim calcular um valor do que se preserva, do que se desperdiça, do que se destrói e adicionar aos ativos das empresas e às contas nacionais de um país tuydo o que é sustentado em seu estado natural. “É um bem que a empresa ou o país tem, então precisa ser contabilizado. Quando o for, será dado à natureza o devido valor”, disse.
     Como efeito, a preservação e valoração do meio ambiente criam mais empregos. No mundo todo, há 2,2 milhões de pessoas empregadas na indístria de petróleo e gás, que fornecem cerca de 85% a 90% da energia do planeta. Hoje, as fontes de energias renováveis, como eólica e solar, já empregam 2,3 milhões de trabalhadores, revelou Sukhdev.
     Economista sênior do Deutsche Bank, Sukhdev garantiu haver muitas oportunidades de negócios relacionados à preservação da biodiversidade. O capítulo do TEEB dedicado ao setor de negócios, indica que as vendas globais de alimentos e bebidas orgânicas somaram US$ 46 bilhões em 2007, três vezes mais do que em 1999; entre 2008 e 2009, o mercado global de produtos pesqueiros com rótulo ecológico aumentou mais de 50%, tendo atingido US$ 1,5 bilhão. O relatório estima que, em 2020, os produtos agrícolas certificados terão um mercado de US$ 210 bilhões, ante US$ 40 bilhões hoje.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Em Relatório, ONU afirma que o Marketing Verde é o mais barato

Texto originalmente extraído do site www.pnud.org.br


Marketing verde é mais barato, diz relatório da ONU

Natura e Pão de Açucar são citadas em estudo da ONU que analisa estatégias para

conquistar consumidores socialmente responsáveis


FABIANO ANGÉLICO

da PrimaPagina

Ao utilizar o chamado marketing verde — estratégia publicitária que visa cooptar consumidores que levam em conta causas ambientais e sociais —, as empresas gastam menos por trabalhar próximo a organizações da sociedade civil, ser o foco de atenção crescente da mídia e ainda por atrair o apoio voluntário de formadores de opinião. Além disso, o grupo de consumidores responsáveis, que hoje é inferior a

10% do total de compradores, tende a crescer nos próximos anos, o que pode fazer com que os pioneiros tenham mais experiência e consigam com isso vantagem competitiva importante. Esse é o diagnóstico do Talk the Walk, estudo elaborado pelo Pacto Global (uma iniciativa da ONU em prol da responsabilidade social), Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas e a consultoria francesa Utopies.

O relatório, divulgado no final de 2005, destaca duas empresas brasileiras: Natura e Pão de Açúcar. A empresa de cosméticos é uma das cinco citadas como pioneiras do marketing verde no mundo. No caso da rede de hipermercados, o relatório menciona, no capítulo sobre as grandes empresas, o projeto Caras do Brasil, iniciativa do Pão de Açúcar que consiste em colocar produtos de pequenos agricultores à disposição dos consumidores. O projeto é citado como uma das dez iniciativas de grandes empresas, que, segundo o estudo, ainda não utilizam o marketing verde em larga escala, mas já flertam com a proposta. O estudo considerou grandes empresas aquelas que estão, em seus países, entre as dez que mais investem em publicidade.

Para o estudo “Talk the Walk”, o marketing verde é viável economicamente — em particular para empresas que não dispõem de grande somas para publicidade — porque as ações social e ambientalmente responsáveis são cada vez mais discutidas na sociedade, o que agrega valor ao produto e à empresa. Além disso, o estudo apresenta uma pesquisa que afirma que 70% dos consumidores gostariam de consumir produtos socialmente corretos e só não o fazem mais freqüentemente por falta de informação.

O relatório diz também que, ao adotar esse tipo de marketing, as empresas se beneficiam do apoio de outros agentes. É que geralmente as corporações que adotam a proposta se associam ao poder público e a organizações não-governamentais — que indiretamente promoverão o produto e a marca.

O relatório lembra ainda que produtos e serviços social e ambientalmente corretos são apoiados por formadores de opinião. Para ilustrar esse aspecto, o estudo cita o caso do Toyota Prius — modelo de automóvel movido a gasolina e eletricidade, que reduz em até 90% a emissão de poluentes. Desde 2003, atores indicados ao Oscar — como Leonardo di Caprio, Morgan Freeman, Salma Hayek e Charlize Theron — chegam à cerimônia de entrega do prêmio de Hollywood nesses carros.

Embora o relatório mencione que uma das maiores vantagens do marketing verde seja o seu baixo custo, o estudo ressalta que a estratégia pode ser uma alternativa para promover elevação real nas vendas. Uma das empresas que aposta no marketing verde e tem bons resultados financeiros é a brasileira Natura, de acordo com o "Talk the Walk". O relatório menciona ganhos recentemente obtidos pela empresa de cosméticos: crescimento de 32% nas vendas no período 2002-2004 (ante elevação de 20% do mercado de cosméticos), fazendo com que a fatia de mercado da empresa alcançasse 19%; receita de US$ 604 milhões (em 2004); e valor da marca equivalente a 113% do volume de vendas anual.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Coca-Cola tem embalagem sustentável

PlantBottle é 30% à base do etanol da cana-de-açúcar

 

 


     A Coca-Cola Brasil lança a PlantBottle na América Latina. A novidade é uma garrafa PET 30% à base de vegetal. Isto porque ela é feita do etanol da cana-de-açúcar, que substitui parte do petróleo utilizado como insumo, resultado de um projeto que levou mais de dois anos para ser concluído. Além de reduzir a utilização de recursos não-renováveis, a iniciativa diminuirá em até 25% as emissões de CO².
  A nova garrafa não altera as propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional e é 100% reciclável. A garrafa será comercializada a partir de abril, inicialmente nas embalagens de Coca-Cola de 500 ml e 600 ml, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Porto Alegre. Para promover a novidade, a empresa conta, principalmente, com ações digitais, além de anúncios para TV, jornais e revistas.
      A expectativa é de que, em um ano, a Coca-Cola produza um volume de 140 milhões de garrafas com a tecnologia, significando uma redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo. Até 2014, a empresa espera utilizar a embalagem em todo o seu portfólio. O Brasil é o quinto país a lançar a PlantBottle no mundo e o primeiro na América Latina. O recurso já está disponível também nos Estados Unidos, no Japão, na Austrália e no Canadá.

sábado, 18 de setembro de 2010

Sustentabilidade é mais do que uma estratégia “verde”

Devemos acreditar que a palavra “verde” não é apenas uma palavra da moda, mas sim uma solução tangível e com uma boa relação custo-benefício para os clientes.

     Tornar o mundo das Tecnologias de Informação ainda mais “verde” já não é uma opção extra para o sucesso de qualquer negócio. Reduzir o consumo de energia e de lixo poupa dinheiro, bem como oferece excelentes benefícios para o ambiente. Os fabricantes de impressão estãodesenvolvendo ativamente produtos que reduzem custos através de um baixo consumo de energia e assegurando que novos produtos cumprem com a legislação mais exigente. Por outro lado, a introdução e racionalização de políticas de impressão, como o duplex (impressão frente e verso) trata de assegurar uma impressão mais “verde” para todas as organizações.
     Ao deixarmos de assumir que a palavra “verde” associada aos negócios não é mais que um moda, mas sim uma forma de estar nos negócios, potencia-se de modo extremamente positivo o impacto que as soluções que se apresentam têm nos clientes e na forma como estes se posicionam como entidades mais sustentáveis. Quando das suas escolhas dos parceiros de  tecnologias, as organizações devem procurar identificar alguns indicadores diferenciadores:
  • A proposta valor é real no que diz respeito à redução de todos os custos relacionados, ou apenas a parte?
  • As mensagens de uma solução mais sustentável é apenas filantrópica ou assente em dados e métricas concretas? 
  • A mensagem é clara e transparente, ou assenta em gíria de marketing para comunicar os benefícios ecológicos? 
  • Investir em ações de mecenato ambiental (doações, etc.), não significa que implementou uma politica interna de sustentabilidade; a solução tecnológica instalada tem que reflectir isso também: 
  • É perceptível para todos dentro e fora da organização os benefícios da solução escolhida e esta integra-se dentro de uma estratégia ampla de sustentabilidade? 
  • Quais são as métricas que vai utilizar para medir o impacto da solução implementada? 
A sustentabilidade é fundamental para o futuro dos pequenos e grandes negócios. Ao integrar os objetivos empresariais com os objetivos de sustentabilidade ambiental, social e financeira as organizações; qualquer organização; está a dar o primeiro passo para a sustentabilidade.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

McDonald's muda logo na Europa - Ambientamente amigável


     O McDonald’s sem dúvida é um case de sucesso, atualmente conta com mais de 32 mil lanchonetes em 118 países, adorada por crianças e adultos é uma referência em franquias. A marca está renovando-se continuamente, pois precisa estar alinhada com o seu público-alvo.
     A novidade na marca McDonald’s é que a rede americana está se tornando verde, trocando o tradicional vermelho de seu logotipo por um verde escuro- para buscar uma imagem mais “ambientalmente amigável” na Europa.

mcdonalds verde

     A marca quer estar associada à preservação dos recursos naturais, adotando práticas mais verdes, como a conversão do óleo usado nos restaurantes em biodiesel.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O Executivo mais Verde do Mundo

A notícia é da Exame e mostra a saga de Jeffrey Immelt, o presidente mundial da GE, para levar adiante a mais arrojada estratégia de lançamentos de produtos sustentáveis da atualidade.

Notícia na íntegra

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0914/gestaoepessoas/m0155044.html

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Branding 3.0

Segue um link muito interessante sobre o Branding 3.0
A idéia básica é colocar a lente econômica, social, cultural e ambiental para avaliar o posicionamento das marcas no atual paradigma de negócios e, num mergulho profundo, rever sua essência, seu propósito, sua razão de ser. Além disso, espera-se encaminhar a marca para o futuro.
No texto, e no vídeo, há uma explicação bem completa sobre o assunto.



terça-feira, 31 de agosto de 2010

Adidas Grün | Mídia Verde

     A Adidas apresentou recentemente sua nova coleção Grün, com objetivo de ajudar o meio ambiente através dos recursos da natureza. Com materiais reciclados e totalmente feitos a partir de materiair naturais, a coleçao Grün oferece uma gama de produtos. As confecções dos produtos, contam até com a aplicação de bambus e outros materiais “verdes”. A nova gama é totalmente biodegradável. Sua linha reciclada é feita de materiais como pneus velhos.
     Com isso, uma série de painéis/outdoors “verdes” estão sendo vistos em Londres.  Como exemplo, temos essa peça em formato de jardineira.

someofus_48107fc802fc5.jpg

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A História das Coisas

Sem saber o que fazer para defender uma casua que ninguém da ouvidos, a ativista Annie Leonard inventou seu jeito de divulgar suas opiniões para os problemas do consumismo: um simples vídeo. Sem relatórios ou números cansativos ou que não parecem fazer sentido, a ativista fez sucesso e comunicou sua causa. A pequena ação cresceu e virou o Projeto The Story of Stuff .

"Esbarrei" nesse vídeo há um ano enquanto assistia o canal Futura. É conhecido por algumas pessoas, mas o interessante ressaltar a iniciativa da ativista, que com vontade e uma boa idéia acabou por promover a sua causa. Fica o exemplo para nos inspirar a correr atrás de um mundo mais verde.

Para aqueles que não viram, clique aqui.


Abraço a todos
Henrique Horst da Silva