segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Não é o Planeta que tem que se adaptar. É Você.
Excelente campanha intitulada Tic Tac Tic Tac



Junta-se à luta contra as Mudanças Climáticas. www.tictactictac.org.br - Sua Assinatura Vale um Futuro.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Promoção: Água suja somente por US$ 1,00

     Campanha do ano passado da UNICEF, mas muito criativa. A UNICEF espalhou diversas maquinas pela cidade de Nova Iorque fornecendo água suja nos sabores: Malaria, Dengue, Hepatite, Cólera, entre outros. Esse é o conceito da campanha "Dirty Water" que visa alertar para os problemas do consumo de água suja no mundo.

Mensagem da UNICEF:
     “Está com sede? Então, são milhões de pessoas ao redor do mundo sem acesso à água potável. Cerca de 4.200 crianças morrem de doenças relacionadas com a água todos os dias. Ajude-nos a fornecer água potável aos países em desenvolvimento. Você não bebe água suja. Ninguém deveria. Doe agora mesmo através da TAP – tapproject.org (muito bom site, por sinal). Basta apenas 1 dólar para oferecermos 40 dias de água potável para uma criança”.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ecomagination

A GE possui um site bem inteligente que funciona numa espécie de Blog onde são postados notícias da empresa e geração de novas idéias. Uma boa idéia para desenvolver seu Marketing! Abaixo o link:

http://www.ecomagination.com/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Marketing Verde e as Eleições

A causa ambiental esteve em alta nas últimas eleições, não apenas pela quantidade expressiva de votos da candidata à presidência, Marina Silva – Partido Verde, mas também pelo esforço dos candidatos (a qualquer cargo!) em demonstrarem o quanto estavam preocupados com o Meio Ambiente.

O Marketing Pessoal, muito usado em campanhas políticas, esteve aliado ao Marketing Verde nessas eleições. Porém, o que pudemos notar é que, na maioria dos casos, o esforço em se mostrar não passou de Greenwashing, uma conhecida tática empresarial para atrair a atenção de pessoas preocupadas com o meio ambiente, prometendo benefícios “verdes” (mais informações neste post!).

Aparentemente, os candidatos estão cada dia mais reflexivos em relação às causas ambientais, no entanto, suas atitudes são totalmente contraditórias. Como podemos ver nesta reportagem, na hora de se expor à grande massa, eles não economizaram nos meios ambientalmente irresponsáveis, provando que todo o Marketing Verde da campanha não passou de Greenwashing.


E aí, será que em 2012 e em 2014 teremos candidatos dispostos a realizarem campanhas totalmente verdes?

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Comercial WWF - Consciência Verde

Parece que a nova geração se preocupam mais com o meio ambiente do que os adultos. E este comercial premiado da WWF é um ótimo exemplo disso.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Embalagens como estratégia de marketing

     Dizem que o importante é o conteúdo. Ledo engano quando se trata de marketing. Cada vez mais indústrias de variados segmentos investem em embalagens diferenciadas para os seus produtos visando o incremento das vendas. Pode ser caixa, sacola de plástico ou de papelão, o fato é que elas já não são meras coadjuvantes e ajudam a vender o produto, agregando valor ao mesmo. O consultor de marketing da Azov Consultoria (Rio de Janeiro/RJ), Luiz Antônio da Cruz Secco, comenta que as embalagens são fundamentais para o sucesso de qualquer marca. "A embalagem dá credilidade ao produto. Se o consumidor compra para si é porque deseja aquela marca e fica feliz, orgulhoso, de poder carregar uma embalagem com o nome dela. O mesmo vale se for para presente'', afirma. Segundo ele, a embalagem é um "outdoor ambulante'', no sentido de que outras pessoas poderão estar vendo o nome da marca em diversos locais diferentes.
     Quando ao material a ser utilizado, Secco aconselha seguir a "onda verde'', com farta utilização de produtos duráveis e que poderão ser reutilizados. "É mais caro, mas vale o investimento, pois a mesma embalagem poderá ser utilizada mais vezes, além de ganhar simpatia pela causa verde, que é uma tendência muito forte'', explica. As informações devem ser básicas, como o logo da marca e, no máximo o endereço da empresa na web, quando este não for óbvio. "Quando se fala em site, não posso deixar de enfatizar que é careta, antigo, colocar o 'www' na frente do endereço. Isso é desnecessário e as grandes marcas já não fazem mais'', informa o especialista. A embalagem deve ser o mais clean possível, mas de forte impacto visual. Para ele, parte da indústria calçadista ainda não tem dado a devida atenção para a embalagem, pois acaba delegando essa responsabilidade mais para o varejo. "Muitas lojas acabam colocando fora a embalagem quando ela não possui nenhum atrativo especial'', lamenta o consultor.

Detalhes fazem a diferença
     No Rio Grande do Sul duas certificações se destacam como peças de marketing e já estampam e podem estampar embalagens para calçados, visando agregação de valor através de qualidade e ética ambiental. Trata-se do certificado de Indicação de Procedência (IP) para o Couro do Vale do Sinos, recentemente outorgado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Este selo, que pode ser utilizado pelo calçadista que utiliza o couro acabado feito na região gaúcha do Vale do Sinos, é uma importante peça de marketing, já que as peles beneficiadas na região são conhecidas por sua qualidade e também ética com o meio ambiente.
     Segundo o coordenador do projeto e consultor Álvaro Flores, no que tange especificamente à IP, é facultado os fabricantes de calçados e acessórios colocarem o selo de controle em seus produtos ou na embalagem dos mesmos. "Também é possível, além do selo de controle, que o fabricante coloque na caixa dos produtos com indicação a referência ao programa (indicando que a empresa participa da IP)'', explica Flores, lembrando que, em ambos os casos, a utilização do selo torna visível ao consumidor um atributo de agregação de valor importante, funcionando sim como uma ferramenta de marketing. O segundo exemplo é o "selo verde'' Produção Consciente = Amanhã Mais Feliz, do Sindicato das Indústrias de Calçados de Três Coroas/RS.
     Conforme a certificação que obedece a diretrizes ambientais e sociais, a empresa selecionada por utilizar um selo alusivo ao programa. No caso de Três Coroas, como não há numeração específica do selo, as empresas têm utilizado o selo na caixa, muitas delas com uma explicação do que vem a ser o Produção Consciente = Amanhã Mais Feliz. Aí, sem dúvida, a informação contida na embalagem traz uma grande diferencial ao produto'', comenta Flores, que também coordena o projeto calçadista de Três Coroas.

Sustentabilidade é a tendência
     Apostando no caminho da sustentabilidade nasceu, há 15 anos, a INBOX Brazil (Curitiba/PR). A empresa que nasceu de uma ideia de sua fundadora e diretora comercial, a arquiteta Regina Eisenbach, fabrica embalagens transparente com PET. Quando iniciou suas atividades, porém, a indústria paranaense precisou abortar a produção de embalagens, já que na época em que foi concebida a ideia o material utilizado era o PVC, produto que sofria com um forte monopólio de mercado e só era vendido em grandes quantidades. Regina salienta que a marca vem trabalhando com PET há cinco anos e já colhe ótimos resultados. "Atuamos em diversos segmentos, mas a embalagem para calçado é o nosso carro-chefe'', afirma. Segundo ela, a ideia que permeou a criação, desde o seu início, foi a sustentabilidade. "Claro que acaba sendo mais funcional também, pois o consumidor pode ver o conteúdo da caixa, além de poder utilizar para outros fins'', explica a diretora.
     Para calçados, a empresa oferece caixas de tamanhos e espessuras diferenciadas, de acordo com o tipo do produto que vai embalar. "Outro diferencial de nossas embalagens é que elas possuem resistência ao empilhamento. Foram projetadas com cantoneiras para que suporte bastante peso'', comenta Regina, lembrando que a patente já foi requerida no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Sob o ponto de vista de marketing, as caixas também são eficientes, pois levam o nome da marca para diversas peças da casa, por exemplo. Ela comenta, ainda, que o custo-benefício é muito bom. "Na indústria calçadista temos muito forte a questão custo. O produto é mais caro, mas levando em consideração que pode ser utilizado várias vezes e para diversos fins acaba saindo barato'', conclui a diretora.